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Duque de Caxias, 4 de setembro de 2010
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ROBÔ GARÇOM

7/5/2010

Especializado em comida japonesa, o restaurante Hajime Robot tem como carro-chefe o teppan-yaki (grelhado), que é feito pelo próprio cliente, na chapa. As mesas ficam dispostas em volta de duas passarelas cercadas de vidro, por onde desfilam dois humanóides.


Os clientes fazem o pedido pela tela sensível ao toque – cada mesa tem a sua – e as informações são enviadas para o robô. Eis um trabalhador eficiente: em menos de um minuto, ele chega com as travessas de ingredientes.


Funcionários de carne e osso preparam os alimentos, abastecem as travessas e as colocam nas prateleiras, respeitando a ordem que será compreendida pelo robô.


Ao receber o pedido, o garçom eletrônico  pega a travessa com o ingrediente escolhido, devidamente posicionada na prateleira, e checa o código de barras, que informa qual é o ingrediente. Quando ele chega para servir o cliente, um vidro sobe para evitar o assédio ao humanóide e ele coloca as travessas ao lado da mesa que fez o pedido.


Dotado de uma câmera, o robô consegue saber se uma travessa está vazia ou não. Isso é importante, pois ele também tem a tarefa de levar embora as travessas usadas – se você ainda não tiver terminado, ele não vai cometer a deselegância de retirar o prato. “Ele não consegue saber se um prato está apenas com sobra ou se está cheio”, diz Thaveechat Jurangkool, diretor da Summit Auto Body Industry, empresa que desenvolveu o sistema para o restaurante. As vasilhas sujas são colocadas em uma esteira que as leva diretamente às máquina de lavar louça.

Ver a reportagem na íntegra.

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Kátia Arima
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